Neomanierismo, Minimalismo E Neobarroco Na Poesia Chilena Contemporânea

Neomanierismo, Minimalismo E Neobarroco Na Poesia Chilena Contemporânea

Neomanierismo, minimalismo, neobarroco, modernidade, são noções que freqüentemente aparecem pela hora de raciocinar sobre o estado da arte de tradição vanguardista1. As reflexões foram enriquecido no último tempo, no assunto latino-americano, com as contribuições em volta da modernidade periférica, ao postcolonialismo e os estudos culturais. Há um primeiro momento de ambiguidade em conexão às possibilidades da tradição vanguardista, animada por uma incerteza e questionamento ao interior mesmo da segunda promoção de vanguarda.

a partir de um ponto de visão documental, o marco mais significativo é o encontro de escritores chilenos cumprido por Gonzalo Rojas, em 1958, em Concepción. 2.1. Neomanierismo ou o susto de ser a si mesmo: Lihn, Hahn. Gilbert Dubois conseguiu, de forma insuperada até à data, definir os elementos centrais de um jeito de geração artística que denominou “maneirista”, quer dizer, ‘à forma’. Para Dubois, a fabricação maneirista define-se na credibilidade atribuída à consciência de imitação, por ser uma escrita “à maneira de”, de onde extrai essa fidelidade subversiva que a caracteriza.

Gilbert Dubois, cujo padrão é Oscar Hahn, que confere à poesia, o que o respectivo Lihn foi conhecido como “dublagem mimético”. Mas voltando à comemoração carnavalizadora e crítica dos “Sonetos do energúmeno”, os poemas mais originais desse livro na tua grandeza satírica e dureza verbal.

O energúmeno é uma espécie de “meteco” cultural, um partido de classe alta que invade uma área cultural e literária que lhe é imprópria. Convém saber a origem nesse personagem nas palavras do próprio Lihn, como uma variante do “energúmeno parriano”, sujeito demente dominado pela linguagem, incapaz de responder por causa de seus próprios actos3.

Pedro, João e Diego. Escrever é artifício contra a linguagem, exceder o eu pela utilização de tópicos que nada lhe interessam, assunto privilegiado, logo, pro emprego de qualquer disfarce. Qualquer máscara, é possível que as recoletas formas do soneto.

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Existe assim como em todos sonetista um energuménico gesto: participe de uma tradição, mas desjerarquizada e carnavalescamente. Em os sonetos do energúmeno, Lope de Vega, Góngora e Quevedo, valem o que Pedro, João e Diego. A máscara do energúmeno é uma figura-chave pela poesia de Lihn, escassamente considerada pela crítica. Nesta teatralidade, a voz textual determina e ensaia distâncias nunca antes produzidas, e bem como em sua poesia posterior, entre a figura textual e a figura do autor que atua na sua poesia. Por teu lado, a poesia de Oscar Hahn (1938) representa uma aventura criativa determinada por sua excentricidade e singularidade no contexto da lírica hispano-americana, ao unir as tradições poéticas teoricamente díspares.

a Sua escrita se fornece ante a aparência de um sistema mimético da tradição clássica, o que permite notar um certo modo de representação da realidade que poderá ser estabelecido como neomanierista4. Trata-Se, entretanto, de um sistema mimético de claras marcas epocales.

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